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MD estima aporte de R$ 1,2 bi em projetos estratégicos

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MD estima aporte de R$ 1,2 bi em projetos estratégicos

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A Federação das Indústrias (FIESC) promoveu na última sexta-feira (20) reunião integrada das câmaras setoriais Metalmecânica e Smart Cities e do Comitê da Indústria de Defesa (Comdefesa). O encontro integrou a programação da da 2° edição da SC Expo Defense, que aconteceu na semana passada. O general de brigada, o engenheiro militar Carlos Eduardo da Mota Góes, diretor do departamento de ciência, tecnologia e inovação (DECTI), falou sobre as oportunidades para a Base Industrial de Defesa e Segurança (BIDS).

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Góes destacou que entre 2019 e 2022, o aporte de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico para projetos de defesa é de aproximadamente R$ 1,2 bilhão.

Ele falou sobre os programas estratégicos de defesa, incluindo as Fragatas Classe Tamandaré, o Sisfron e o FX-2 Gripen NG. “São projetos que promovem geração de emprego, um salto qualitativo em tecnologia e a abertura de novos mercados externos”, frisou o general. A participação da base industrial de defesa vem se intensificando.

Ministro

O Ministro da Defesa, Paulo Sergio Nogueira de Oliveira, participou, na quinta-feira (19), da abertura do evento. A iniciativa promove o fortalecimento da Base Industrial de Defesa e Segurança (BIDS), estimula o ambiente de negócios e contribui para um contato mais próximo e de apresentação das temáticas à sociedade.

Em 2021, com recorde histórico, o setor de Defesa superou 1,7 bilhão de dólares na comercialização de produtos para o exterior, cenário que vem consolidando a BIDS como importante vetor do desenvolvimento econômico e social brasileiro. Integrada por cerca de 1.140 empresas, a Base representa 4,78% do Produto Interno Bruto (PIB), gerando 2,9 milhões de empregos diretos e indiretos.

Soberania

Durante discurso, o Ministro assinalou os potenciais do Brasil para firmar a defesa, a soberania e a liberdade nacionais. “O País precisa manter capacidades de dissuasão compatíveis com a sua estatura política, econômica e social no concerto das nações, para ser capaz de preservar a sua soberania, defender o seu território, proteger os seus interesses e garantir o desenvolvimento, a paz e a liberdade para o seu Povo”, frisou.

O evento, coordenado pelo Comitê da Indústria de Defesa (COMDEFESA), em parceria com a Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC) e o Estado-Maior da Aeronáutica (EMAER), reúne profissionais do segmento, autoridades civis e militares, representantes governamentais e academia. No estande do Ministério da Defesa, o público tem acesso às ações da Pasta, por intermédio da Secretaria de Produtos de Defesa (SEPROD), em favor da indústria nacional de defesa brasileira.

A oportunidade, além de ampliar a integração das Forças Armadas com a indústria, centros de tecnologia e academia, promove a identificação e o desenvolvimento de tecnologias e projetos de interesse da Defesa. As Forças Armadas movimentam diversas áreas da economia brasileira, como indústria, saúde, tecnologia, alimentos e equipamentos, entre outros. Nesse contexto, a aproximação entre empresas e representantes do setor é essencial para retomada da economia do País e para geração de novos postos de trabalho.

As informações são da Fiesc e do Ministério da Defesa

Fonte: Portal BIDS

Fonte: Defesa em Foco

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