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GSI homologa Habilitação de Segurança do Ministério das Comunicações

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Nessa quarta-feira (13), o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, e o ministro das Comunicações, Fábio Faria, participaram da Cerimônia para formalizar a assinatura de Portaria que homologou a Habilitação de Segurança do Ministério das Comunicações como Órgão de Registro Nível 1 no Tratamento da Informação Classificada.

A Lei de Acesso à Informação, além de regular a publicidade e a transparência das Informações, também ampliou as medidas de segurança da informação por meio da classificação, permitindo, assim, a manutenção do sigilo de documentos e a adoção de procedimentos para reduzir a quebra de segurança de assuntos de interesse da Sociedade e do Estado Brasileiro.

Nesse contexto, por meio do Projeto de Habilitação de Órgãos de Registro Nível 1, do Departamento de Segurança da Informação (DSI/GSI), foram realizadas reuniões virtuais e presenciais com representantes dos ministérios, com objetivo de buscar a conscientização da importância da legislação vigente e planejar as capacitações.

Pioneiro, o Ministério das Comunicações destacou-se por ter sido o primeiro órgão, no escopo desse Projeto, a executar as fases necessárias, tendo implantado, de maneira rápida e completa, as etapas exigidas à sua Habilitação de Segurança.

A consequente publicação da Portaria, no Diário Oficial da União, habilita, desde já, o Ministério das Comunicações a atuar em proveito da Segurança da Informação Classificada.

Com informações do Gabinete de Segurança Institucional

Fonte: Defesa em Foco

Atech inaugura novo escritório no Rio de Janeiro com foco inicial no Programa Fragatas Classe Tamandaré

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A Atech, empresa do Grupo Embraer, inaugurou um novo escritório no Rio de Janeiro (RJ), nesta segunda-feira (25), resultado de sua estratégia para potencializar a presença junto a clientes da região e acomodar as atividades da empresa em um único local, considerando os seus setores de atuação. O foco inicial de sua operação é o Programa Fragatas Classe Tamandaré. A unidade possui amplas instalações, com infraestrutura moderna e laboratórios para integração e testes de sistemas, e ambiente de treinamento.

O Programa Fragatas Classe Tamandaré tem o objetivo de construir quatro navios classe Tamandaré de última geração para a Esquadra da Marinha do Brasil. No programa, a Atech é responsável pela aquisição e desenvolvimento do Sistema de Gerenciamento de Combate e do ADL – Automatic Data Link (CMS), parceria com a Atlas, e o Sistema Integrado de Gerenciamento da Plataforma (IPMS), em parceria com a L3Harris.

A cerimônia de inauguração contou com a participação do Diretor Geral de Material da Marinha, Almirante de Esquadra José Augusto Vieira da Cunha de Menezes; do Almirante de Esquadra llques Barbosa Junior; do Diretor-Presidente da EMGEPRON; do Vice-Almirante (RM1-IM) Edesio Teixeira Lima Júnior; da presidente da Comissão Especial de Indústria Naval, de Offshore e de Petróleo e Gás, Deputada Estadual do Rio de Janeiro Célia Jordão; do Diretor-Presidente da Atech, Edson Carlos Mallaco; e do Diretor de Negócios da Atech – Defesa & Segurança, Giacomo Feres Staniscia, entre outras autoridades e convidados, como as empresa parceiras Embraer, Thyssenkrupp Marine Systems e SPE Águas Azuis.

“A inauguração do novo escritório da Atech no Rio de Janeiro é um marco relevante da empresa em sua participação no Programa Fragatas Classe Tamandaré, um dos mais importantes programas estratégicos da Marinha do Brasil. Como parte integrante da SPE Águas Azuis, estaremos prontos para suportar as demandas planejadas das próximas etapas do programa”, disse Edson Mallaco, presidente da Atech, durante o evento de inauguração.

No novo espaço serão conduzidas diversas atividades do programa, com destaque para os processos de integração e testes dos principais sistemas das novas fragatas, o CMS e IPMS.

“Aqui também acontecerá parte relevante do processo de Transferência de Tecnologia, atividade de grande importância que permitirá à Marinha dispor dos conhecimentos e ferramentas para operar e manter os sistemas do navio no futuro”, destacou o presidente da Atech.

Para esta finalidade, estão sendo instalados no novo escritório ambientes de integração e testes para o CMS (LIT – Laboratório de Integração e Testes), e IPMS (LBTF – Land Based Test Facility, em inglês), onde serão realizados testes nos simuladores dos principais equipamentos do navio junto aos seus sistemas, além de um ambiente de treinamento que utilizará ferramentas do tipo Computer Based Training System (CBTS). O escritório também possibilitará interações que acontecerão entre os times da Atech, da Marinha e dos demais parceiros envolvidos no processo de construção das fragatas.

O CEO da SPE Águas Azuis, Fernando Queiroz, destacou a importância do novo escritório dentro do PFCT.

“É um prazer ver que há uma evolução forte e constante desse programa, e nós já estamos dando os primeiros passos para podermos materializar esse grande sonho de todos os brasileiros, que é ter a Fragata Tamandaré. Parabéns à equipe Atech e a todos os companheiros de trabalho que têm colocado seu esforço para transformar esse sonho em realidade”, disse Queiroz.

A praticidade e proximidade entre a Atech e a gestão do Programa Fragatas Classe Tamandaré foi enfatizada no evento pelo Diretor-Presidente da EMGEPRON, Vice-Almirante Edesio.

“A infraestrutura aqui projetada, que será também espelhada em instalações da Marinha do Brasil quando totalmente concluída, permitirá não apenas a fiscalização técnico-contratual e o acompanhamento pari passu pela EMGEPRON da qualidade e conformidade da evolução do projeto do software, mas, notadamente, possibilitará uma absorção tecnológica com maior dimensão e valor agregado para os representantes da Marinha”, destacou o Vice-Almirante durante seu discurso no evento.

Para o Diretor-Geral do Material da Marinha,  Almirante de Esquadra Cunha, a inauguração do novo escritório traduz o envolvimento cada vez maior da Atech no Programa Fragatas Classe Tamandaré. “A parceria da Atech com a Marinha do Brasil, traduzida pelo excelente relacionamento, troca conante de ideias e de conhecimento benéfico para ambas as partes, certamente contribuirá para a operação e a manutenção dos sistemas dos navios no futuro”, ressaltou o Diretor-Geral.

O Almirante Ilques também parabenizou a Atech pela inauguração do novo espaço no Rio de Janeiro.

“A vinda da Atech associa com vigor, e em projeto desafiador: a iniciativa privada, civis e militares na Defesa e Segurança do Brasil. Essa associação, irrigada com nosso esforço e inteligência, está largando as espias em mais uma navegação continuadamente invicta da Marinha de Tamandaré e, desde agora, contribuindo para o fortalecimento da dissuasão estratégica, instrumento primordial para a manutenção da paz”, disse.

Sobre a Atech

Reconhecida como uma “System House” brasileira, a Atech sempre se pautou pela inovação com o objetivo de ajudar a transformar o país. Com uma expertise única em engenharia de sistemas e tecnologias de consciência situacional e apoio à tomada de decisão, a Atech trabalha no desenvolvimento de soluções inovadoras com aplicações nas áreas de tráfego aéreo, sistemas de comando e controle, segurança cibernética, sistemas de instrumentação e controle, sistemas embarcados, simuladores e logística. A empresa é responsável pelo desenvolvimento e modernização de todo o sistema para o gerenciamento do espaço aéreo brasileiro. Pela sua atuação, a companhia é reconhecida e foi certificada como Empresa Estratégica de Defesa pelo Ministério da Defesa do Brasil.

Fonte: Defesa em Foco

Atech inaugura novo escritório no Rio de Janeiro com foco inicial no Programa Fragatas Classe Tamandaré

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A Atech, empresa do Grupo Embraer, inaugurou um novo escritório no Rio de Janeiro (RJ), nesta segunda-feira (25), resultado de sua estratégia para potencializar a presença junto a clientes da região e acomodar as atividades da empresa em um único local, considerando os seus setores de atuação. O foco inicial de sua operação é o Programa Fragatas Classe Tamandaré. A unidade possui amplas instalações, com infraestrutura moderna e laboratórios para integração e testes de sistemas, e ambiente de treinamento.

O Programa Fragatas Classe Tamandaré tem o objetivo de construir quatro navios classe Tamandaré de última geração para a Esquadra da Marinha do Brasil. No programa, a Atech é responsável pela aquisição e desenvolvimento do Sistema de Gerenciamento de Combate e do ADL – Automatic Data Link (CMS), parceria com a Atlas, e o Sistema Integrado de Gerenciamento da Plataforma (IPMS), em parceria com a L3Harris.

A cerimônia de inauguração contou com a participação do Diretor Geral de Material da Marinha, Almirante de Esquadra José Augusto Vieira da Cunha de Menezes; do Almirante de Esquadra llques Barbosa Junior; do Diretor-Presidente da EMGEPRON; do Vice-Almirante (RM1-IM) Edesio Teixeira Lima Júnior; da presidente da Comissão Especial de Indústria Naval, de Offshore e de Petróleo e Gás, Deputada Estadual do Rio de Janeiro Célia Jordão; do Diretor-Presidente da Atech, Edson Carlos Mallaco; e do Diretor de Negócios da Atech – Defesa & Segurança, Giacomo Feres Staniscia, entre outras autoridades e convidados, como as empresa parceiras Embraer, Thyssenkrupp Marine Systems e SPE Águas Azuis.

“A inauguração do novo escritório da Atech no Rio de Janeiro é um marco relevante da empresa em sua participação no Programa Fragatas Classe Tamandaré, um dos mais importantes programas estratégicos da Marinha do Brasil. Como parte integrante da SPE Águas Azuis, estaremos prontos para suportar as demandas planejadas das próximas etapas do programa”, disse Edson Mallaco, presidente da Atech, durante o evento de inauguração.

No novo espaço serão conduzidas diversas atividades do programa, com destaque para os processos de integração e testes dos principais sistemas das novas fragatas, o CMS e IPMS.

“Aqui também acontecerá parte relevante do processo de Transferência de Tecnologia, atividade de grande importância que permitirá à Marinha dispor dos conhecimentos e ferramentas para operar e manter os sistemas do navio no futuro”, destacou o presidente da Atech.

Para esta finalidade, estão sendo instalados no novo escritório ambientes de integração e testes para o CMS (LIT – Laboratório de Integração e Testes), e IPMS (LBTF – Land Based Test Facility, em inglês), onde serão realizados testes nos simuladores dos principais equipamentos do navio junto aos seus sistemas, além de um ambiente de treinamento que utilizará ferramentas do tipo Computer Based Training System (CBTS). O escritório também possibilitará interações que acontecerão entre os times da Atech, da Marinha e dos demais parceiros envolvidos no processo de construção das fragatas.

O CEO da SPE Águas Azuis, Fernando Queiroz, destacou a importância do novo escritório dentro do PFCT.

“É um prazer ver que há uma evolução forte e constante desse programa, e nós já estamos dando os primeiros passos para podermos materializar esse grande sonho de todos os brasileiros, que é ter a Fragata Tamandaré. Parabéns à equipe Atech e a todos os companheiros de trabalho que têm colocado seu esforço para transformar esse sonho em realidade”, disse Queiroz.

A praticidade e proximidade entre a Atech e a gestão do Programa Fragatas Classe Tamandaré foi enfatizada no evento pelo Diretor-Presidente da EMGEPRON, Vice-Almirante Edesio.

“A infraestrutura aqui projetada, que será também espelhada em instalações da Marinha do Brasil quando totalmente concluída, permitirá não apenas a fiscalização técnico-contratual e o acompanhamento pari passu pela EMGEPRON da qualidade e conformidade da evolução do projeto do software, mas, notadamente, possibilitará uma absorção tecnológica com maior dimensão e valor agregado para os representantes da Marinha”, destacou o Vice-Almirante durante seu discurso no evento.

Para o Diretor-Geral do Material da Marinha,  Almirante de Esquadra Cunha, a inauguração do novo escritório traduz o envolvimento cada vez maior da Atech no Programa Fragatas Classe Tamandaré. “A parceria da Atech com a Marinha do Brasil, traduzida pelo excelente relacionamento, troca conante de ideias e de conhecimento benéfico para ambas as partes, certamente contribuirá para a operação e a manutenção dos sistemas dos navios no futuro”, ressaltou o Diretor-Geral.

O Almirante Ilques também parabenizou a Atech pela inauguração do novo espaço no Rio de Janeiro.

“A vinda da Atech associa com vigor, e em projeto desafiador: a iniciativa privada, civis e militares na Defesa e Segurança do Brasil. Essa associação, irrigada com nosso esforço e inteligência, está largando as espias em mais uma navegação continuadamente invicta da Marinha de Tamandaré e, desde agora, contribuindo para o fortalecimento da dissuasão estratégica, instrumento primordial para a manutenção da paz”, disse.

Fonte: Defesa em Foco

Presidente aprova a Resolução do CNPE que estabelece diretrizes para a definição do preço da energia elétrica a ser comercializada por Angra 3

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Presidente da República, Jair Bolsonaro, aprovou a Resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) que estabelece diretrizes para a definição do preço da energia elétrica a ser comercializada pela usina termelétrica nuclear Angra 3.

A Lei nº 14.120, de 1º de março de 2021, fruto da conversão da Medida Provisória nº 998, a fim de promover a valorização dos recursos energéticos de fonte nuclear no País, trouxe uma nova governança para a retomada das obras da usina termelétrica nuclear de Angra 3 e previu possibilidade de o CNPE autorizar a outorga da exploração da usina, devendo o contrato a ser firmado para comercialização da energia gerada estabelecer o preço da respectiva energia elétrica comercializada, observada a viabilidade econômico-financeira do empreendimento e a sua financiabilidade em condições de mercado, desde que atendidos os princípios da razoabilidade e da modicidade tarifária.

A edição da referida Resolução é requisito necessário para a continuidade do processo de conclusão e consequente exploração de Angra 3 e prevê determinadas diretrizes para a definição do preço da energia da usina, cujo valor resultará de estudo conduzido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Fonte: MME

Fonte: Defesa em Foco

Sancionada lei de criação da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear

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Presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou lei originada na Medida Provisória nº 1049/2021 que cria a Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN). A autarquia federal será responsável por monitorar, regular e fiscalizar as atividades e instalações nucleares no Brasil.

Com sede no Rio de Janeiro, a nova autarquia tem origem no desmembramento da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). As duas autarquias vão usar orçamento, estrutura e pessoal atualmente previstos para a CNEN. Desta forma, não haverá impacto orçamentário.

A ANSN ficará com a regulação, fiscalização e licenciamento, e a CNEN conduzirá os trabalhos de pesquisa e desenvolvimento do setor. Seguindo a competência de cada órgão, a CNEN continuará vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e a ANSN será vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME).

A criação da ANSN é uma consolidação de um novo marco legal nuclear em matéria de regulação, normatização, licenciamento, controle e fiscalização de elementos estratégicos. Segundo o texto, cabe à ANSN, entre outras atribuições, definir regras sobre: segurança nuclear; proteção radiológica; segurança física das atividades e das instalações nucleares.

Além disso, compete à nova autarquia regular e controlar estoques e reservas de minérios nucleares; e conceder licenças e autorizações para usinas nucleares, operadores de reator, pesquisas, e para o comércio interno e externo de minerais e minérios.

A criação da ANSN tem o objetivo de separar a pesquisa da regulação e, com isso, atender exigências de gestão e também obter mais celeridade nas atividades. Exigência da Convenção de Viena aderida pelo Brasil, a ANSN veio para cumprir o requisito de independência da autoridade nuclear, separando atividades que estavam sendo acumuladas pela CNEN. Além disso, permitirá que os setores de pesquisa e desenvolvimento e regulação atuem de forma separada com interlocutores distintos, trazendo benefícios para ambas as autarquias.

Com informações da Secretaria-Geral da Presidência da República

Fonte: Defesa em Foco

Sistema ADA da IAI é integrado às plataformas aerotransportadas avançadas da IAF

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O inovador ADA, Sistema Anti-Jam de GPS da Israel Aerospace Industries (IAI), projetado para proteger a navegação GPS / GNSS contra interferência, foi integrado em plataformas avançadas utilizadas pela Força Aérea de Israel (IAF), incluindo caças F-16 e vários tipos de UAS. O Sistema ADA demonstrou maturidade operacional e está sendo usado por diversos clientes internacionais em várias plataformas – aéreas, terrestres e marítimas. O ADA foi provado em combate ao fornecer imunidade contra bloqueadores de GPS, e sua eficácia foi demonstrada recentemente na ‘Operação Guardião dos Muros’, em maio passado.

No início de 2017, a IAI ganhou a licitação do Ministério da Defesa de Israel para integrar o Sistema ADA em uma das plataformas aerotransportadas avançadas da IAF. A IAI forneceu à Força Aérea de Israel uma solução abrangente e de ponta baseada em uma Antena de Padrão de Recepção Controlada (CRPA) com recursos tecnológicos exclusivos. A integração do ADA permite a operação contínua de sistemas aviônicos que dependem de navegação por satélite quando os bloqueadores de GPS ou outros mecanismos são usados para bloquear ou interromper os sinais de satélite.

O ADA-O, um derivado do Sistema ADA, é acrescentado ao portfólio ADA ao fornecer uma solução ideal para plataformas terrestres ou marítimas que requerem operações ao ar livre. Sendo compatível com várias plataformas, o ADA-O fornece uma solução operacional única, eficaz e madura para sistemas de comunicação, de navegação e de comando e controle. A instalação simples garante uma integração rápida nas plataformas dos usuários finais, como Veículos Blindados de Transporte de Pessoal (VBTP)/Armored Personnel Carrier (APC), Peças de Artilharia, Mission Control and Communications Vehicles (MCCVs) e shelters de comunicação. O ADA-O também é adequado para integração em plataformas marítimas.

“A guerra eletrônica representa uma ameaça em evolução para os sistemas de navegação por satélite. A integração do Sistema ADA para proteger várias plataformas contra bloqueadores GNSS é um componente essencial para qualquer plataforma ou sistema de missão que use receptores GNSS em geral e receptores GPS em particular. Como tal, constitui um elemento crítico de qualquer organização operacional das Forças Armadas modernas”, disse Jacob Galifat, VP da IAI e Gerente Geral da Divisão IAI-MALAM. “Como um centro de excelência para o desenvolvimento de sistemas de armas tecnologicamente avançados, a IAI se orgulha de fornecer ADA para a IAF e aos nossos clientes em todo o mundo, e continua a adaptá-lo às ameaças em evolução e às necessidades do mercado, incluindo usuários terrestres e marítimos. Dada sua capacidade comprovada em fornecer uma solução para esse desafio operacional significativo, acreditamos que o ADA tem forte potencial de negócios para vários países e clientes.”

A maioria dos sistemas de navegação, comunicação e guerra integrados em plataformas modernas depende da disponibilidade contínua de satélites GPS / GNSS. O portfólio de produtos ADA, desenvolvido pela IAI, é compatível com uma ampla gama de sistemas de navegação por satélite (GNSS). Sua tecnologia de ponta implementa vários métodos de mitigação e algoritmos especializados de processamento de sinal digital. A versatilidade do sistema facilita a integração em várias plataformas, incluindo caças e helicópteros, SARP, plataformas terrestres como tanques e veículos blindados de transporte de pessoal, plataformas marítimas e munições guiadas.

Fonte: Defesa em Foco

FAB realiza enlaces de dados usando o LINK-BR2 pela 1ª vez

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O primeiro enlace de dados entre aeronaves de caça F-5M utilizando o Sistema Link-BR2, foi realizado no dia 13 de outubro, no Primeiro Esquadrão do Décimo Quarto Grupo de Aviação (1°/14° GAV – Pampa), alocado na Base Aérea de Canoas, no Rio Grande do Sul (RS). Os voos foram realizados durante a execução da Operação Íris, como foi denominada a segunda fase de ensaios de desenvolvimento do projeto.

A campanha teve o objetivo de realizar ensaios de comunicação de dados entre duas aeronaves de caça F-5M e contou com a participação de diversas Organizações da Força Aérea Brasileira (FAB) como Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC), Ala 3, Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo (IPEV), Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI), Grupo de Acompanhamento e Controle – Programa Aeronave de Combate (GAC-PAC), Primeiro Grupo de Comunicações e Controle (1º GCC), Esquadrão Pampa (1º/14º GAV), além da AEL Sistemas, Empresa desenvolvedora do sistema.

Em aproveitamento ao cenário de testes montado para a Operação, foram compartilhadas informações táticas, além de trocas de dados entre a estação de comando e controle em solo e as aeronaves F-5M, capacidade que cria grande expectativa operacional ao permitir o compartilhamento do cenário visualizado pelos Centros de Operações Militares que controlam as aeronaves de caça.

“O Link-BR2 é um sistema bastante complexo e a realização dessa Campanha, por todas as capacidades que foram ensaiadas, é a comprovação de que o desenvolvimento do Projeto está atingindo a maturidade para o efetivo emprego operacional”, disse o Gerente do Projeto na COPAC, Coronel Aviador Renato Leal Leite.

O piloto de provas envolvido na Campanha, Coronel Aviador George Luiz Guedes de Oliveira, comentou sobre a eficácia do sistema. “O Link-BR2 é muito importante porque permite, não só para o piloto, mas para toda Força Aérea, uma consciência situacional bem amplificada, aumenta a capacidade de tomar melhores decisões, facilita o emprego de armamento, a comunicação com o controlador, e reduz a carga de trabalho da missão. Considerando um cenário em que é necessário proteger o país de uma ameaça, o Link-BR2 possibilita a classificação, a fim de determinar a hostilidade de aeronaves, por exemplo, além de ser uma ferramenta utilizada pelos países que possuem suas Forças Nacionais de Defesa desenvolvidas. Ter um Link de dados brasileiro é um passo significativo para a evolução das Forças Armadas”, disse.

O sistema passou por fases de definição de design e desenvolvimento, as quais culminam em uma campanha de ensaios em voos, com o objetivo de avaliar o produto desenvolvido no ambiente de voo real. O Coronel Aviador R1 Fernando Mauro Medardoni, Especialista de Suporte Operacional, da AEL Sistemas, comentou sobre o que se pode esperar das próximas campanhas. ” Nas próximas campanhas precisamos exercitar, testar e avaliar todo o leque de aplicações que a própria Força Aérea escreveu como requisitos e que são necessários para aumentar sua capacidade e eficácia na execução das operações aéreas”, completou.

Além da COPAC, o Projeto Link-BR2 conta com as gerências temáticas do Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE); do Comando-Geral de Apoio (COMGAP); do Comando de Preparo (COMPREP); do Estado-Maior da Aeronáutica (EMAER); do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA); do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA); e do Centro de Inteligência da Aeronáutica (CIAER).

Foto: Sargento Jéssica/COPAC
Fonte: COPAC

 

Fonte: Defesa em Foco

Embraer comemora 20 anos do início das operações de ensaio em voo em Gavião Peixoto

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Um dos principais complexos industriais da Embraer no Brasil, a Unidade de Gavião Peixoto, interior de São Paulo, celebra nesse mês de outubro 20 anos do início das operações. A data é alusiva às primeiras atividades de ensaio em voo na pista de 5 mil metros de extensão e até 95 metros de largura – a maior do hemisfério sul –, projetada para os testes dos protótipos e aeronaves que seriam fabricadas no local.

A rapidez e eficiência com que passaram a ser realizados os ensaios dos novos produtos da companhia resultam em parte das características específicas das instalações dedicadas para este fim, comprovando o acerto da decisão de implantar a nova planta, estratégica para o futuro da empresa.

Com características como baixo relevo, meteorologia favorável na maior parte do ano e próxima de centros educacionais de excelência para formação de mão-de-obra qualificada, a área de 18 milhões de m2 – equivalente a 2.500 campos de futebol – da “Cidade de Asas” reuniu as melhores condições entre as mais de 300 localidades analisadas para receber o investimento.

“A presença da Embraer em Gavião Peixoto coincide com as importantes transformações sociais que a região passou nas últimas duas décadas, em uma geração contínua de conhecimento que contribui com a formação de qualidade de nossos colaboradores, fortalece parcerias perenes e impacta positivamente a comunidade”, disse Andreza de Souza Alberto, Diretora da Unidade Gavião Peixoto, da Embraer. “É uma satisfação poder liderar o complexo industrial nessa data histórica, que é fruto dos esforços diário de milhares de pessoas que nos ajuda a levar adiante o propósito de contribuir para uma sociedade mais inclusiva, e nos faz crescer de forma mais sustentável, promovendo a diversidade.”

Desde sua chegada no local, a Embraer tem investido em parcerias com entidades de ensino para promover qualificação profissional, com a participação dos colaboradores que também contribuem diretamente compartilhando seus conhecimentos, com base nas características da indústria aeronáutica e a realidade do mercado local. Um dos destaques é o Programa Formare, dedicado para jovens em situação de vulnerabilidade, e que transforma a empresa em um ambiente privilegiado de aprendizagem e desenvolvimento de competências para o trabalho e para a cidadania.

Na Embraer de Gavião Peixoto desenvolve-se também um dos maiores projetos privados de reflorestamento do Estado de São Paulo, que cobre 20% da área da empresa com mata nativa. Para o processo de revitalização foram utilizadas 135 espécies remanescentes da Mata Atlântica.

Atualmente, além da estrutura para ensaio em voo, a planta industrial também reúne atividades de engenharia, produção, modernização e serviços relacionados ao mercado de Defesa & Segurança. No local é fabricado o avião de transporte multimissão C-390 Millennium, o A-29 Super Tucano e desde 2020 realiza o desenvolvimento e testes do caça Gripen. Encontra-se ainda na unidade a produção de jatos da família Praetor e a fábrica de móveis para aviação executiva.

Fonte: Defesa em Foco

Novos negócios e oportunidades tecnológicas têm apoio de parcerias firmadas pela Defesa

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Por Margareth Lourenço

O Ministério da Defesa (MD), por meio da Secretaria de Produtos de Defesa (SEPROD), celebrou parcerias com instituições que estimulam a Base Industrial de Defesa (BID) na área de Ciência, Tecnologia e Inovação (C,T&I). Foram oito protocolos de intenções mútuas, sem fins lucrativos, assinados, de maio a setembro, para fortalecer o desenvolvimento de negócios e de oportunidades tecnológicas.

Os mais recentes, firmados em 13 de setembro, envolveram a Associação Parque Tecnológico de São José dos Campos (APTSJC) e a Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos da Universidade de Brasília (FINATEC/UnB). A parceria com a APTSJC contribuirá para o fortalecimento da base científica e tecnológica nacional, em prol da BID, visando a união de esforços dos partícipes para definir as formas de incentivo e para facilitar a integração com o MD. Já a parceria com a FINATEC/UnB prevê a aproximação das demandas tecnológicas estratégicas do País e a geração de negócios fomentados no ambiente acadêmico, fortalecendo a BID e a tripla hélice.

No mesmo mês, foram assinados quatro protocolos de intenções com as Federações das Indústrias dos Estados de Santa Catarina (FIESC), de Minas Gerais (FIEMG), do Rio de Janeiro (FIRJAN) e do Rio Grande do Sul (FIERGS). Esses documentos, também, contribuirão para fortalecer a base científica e tecnológica nacional, em prol da BID. No dia 2, foi firmado o documento com a FIESC e com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – Departamento Regional de Santa Catarina (SENAI/SC). No dia 10, foram firmados os protocolos com as demais Federações. O primeiro foi com a FIEMG e com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – Departamento Regional de Minas Gerais (SENAI/DRMG). O segundo envolveu o Serviço Social da Indústria – Departamento Regional do Rio de Janeiro (SESI/RJ) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – Departamento Regional do Rio de Janeiro (SENAI/RJ). O terceiro contemplou a FIERGS e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – Departamento Regional do Rio Grande do Sul (SENAI/RS).

Esses quatro protocolos visam a união de esforços dos partícipes para definir as formas de incentivo e para facilitar a integração com o MD. Assim, o elo entre Institutos de Ciência e Tecnologia, Indústria e Governo é fortalecido, ao tempo que fomenta parcerias tecnológicas e promoção de negócios, a partir do planejamento e da realização de visitas técnicas e de eventos nacionais e internacionais que divulguem produtos, pesquisas, serviços e empresas associadas, referentes à área de Defesa e de C,T&I e às suas interfaces com as demais políticas públicas e com a BID.

No primeiro semestre deste ano, em 5 de maio, foi firmada a primeira parceria de 2021. O protocolo de intenções foi assinado com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – Departamento Regional da Bahia – SENAI-BA, por intermédio do Campus Integrado de Manufatura e Tecnologia, denominado SENAI-CIMATEC. O documento contempla estudos e pesquisas de interesse mútuo, principalmente, sobre temas referentes às políticas nacionais de Defesa e de C,T&I, e as suas interfaces com demais políticas públicas e com a Indústria Nacional de Defesa.

Outra parceria, no dia 25 do mesmo mês, envolveu a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII), vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações. Esse acordo possibilita maior envolvimento de empresas, em especial as da BID, no desenvolvimento de projetos de interesse da Defesa nas etapas de pesquisa, produção, distribuição e manutenção de produtos estratégicos de Defesa.

Para acessar os protocolos, clique aqui.

Fonte: Defesa em Foco

Taurus entrega armas para Brigada Militar em evento do Governo do RS

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Nesta quinta-feira (21/10), foram entregues 5 mil pistolas Taurus TS9 de calibre 9 milímetros para a Brigada Militar do Rio Grande do Sul. O evento aconteceu no estacionamento da EPTC, em Porto Alegre, seguindo os protocolos sanitários para prevenção à Covid-19, e contou com a presença de diversas autoridades.

Na ocasião, o governador do Estado do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, e o vice-governador e secretário da Segurança Pública, Ranolfo Vieira Junior, apresentaram os investimentos que compõem o programa Avançar na Segurança, que contempla os projetos e recursos prioritários previstos para a pasta no período 2021-2022. O projeto destinará R$ 280,3 milhões para compra de viaturas, equipamentos, tecnologia e realização de obras até 2022.

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O contrato estabelecido entre a Brigada Militar e a Taurus prevê, além da aquisição de armas, treinamento para armeiros da instituição e suporte da equipe de assistência técnica Taurus.

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A pistola TS9 é reconhecida como uma arma que possui inovação, confiabilidade, segurança e precisão. Seu projeto exclusivo foi desenvolvido atendendo aos mais rigorosos padrões de qualidade e segurança exigidos pelos órgãos de segurança mais qualificados do mundo.

A aquisição reflete a credibilidade que a Brigada Militar tem nos armamentos produzidos pela Taurus e o compromisso da empresa com a qualidade de seus produtos. Reflexo disso é que diversas armas Taurus já integram o arsenal da instituição, entre elas o fuzil T4, sendo empregado inclusive nas forças de elite da Brigada Militar, por ser uma arma de qualidade e com ótimo desempenho.

Fonte: Defesa em Foco