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Atech participa da 65ª Conferência Geral da Agência Internacional de Energia Atômica em Viena

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Entre os dias 20 e 24 de setembro, a Atech participa da 65th IAEA General Conference (Conferência Geral da Agência Internacional de Energia Atômica), em Viena, no estande do Espaço Brasil, coordenado pela ApexBrasil, junto às demais empresas do setor, Marinha do Brasil e o Ministério de Minas e Energia, com a presença do Ministro Bento Albuquerque.

O evento, que acontece no Centro Internacional de Viena (VIC) e tem como tema a Energia Nuclear, trará discussões sobre segurança nuclear e de radiação, fortalecimento das atividades da Agência em ciência, tecnologia e aplicações nucleares e fortalecimento das atividades de cooperação técnica.

A Atech está representada pelo Diretor de Negócios, Giacomo Feres Staniscia, e os colaboradores Marcos Cesar Pinto e Carlos Eduardo Leal Perez, que compartilharão com os participantes as capacidades e tecnologias da empresa ligadas  aos sistemas de instrumentação, controle e proteção na área nuclear. Destacando a participação da Atech, por 10 anos no Programa Nuclear Brasileiro, junto com a Marinha do Brasil, no LABGENE (Laboratório de Geração de Energia Núcleo Elétrica), responsáveis pela instrumentação e pelos sistemas de controle e proteção.

A área nuclear é um dos segmentos no qual a Atech tem experiência comprovada, atuando com profissionais altamente qualificados desde a concepção do projeto, gerenciamento da cadeia de fornecedores, engenharia, integração, testes, comissionamento e licenciamento.

Fonte: Defesa em Foco

IAI apresenta o REX MK II, seu novo veículo terrestre não tripulado multimissão

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A IAI (Israel Aerospace Industries) apresentou o REX MK II, a mais nova plataforma terrestre não tripulada, destinada a manter a segurança das tropas em circunstâncias complexas, na mostra DSEI (Defense and Security Equipment International), em Londres, realizada entre os dias 14 e 17 setembro.

O REX MK II, já vendido para clientes em todo o mundo, é um veículo terrestre não tripulado adaptado a uma variedade de missões, com capacidade para manobras avançadas e transporte de até 1,3 tonelada de carga.

A nova plataforma elétrica híbrida, com tração nas quatro rodas, apoia as forças de combate na coleta de inteligência, fornecendo suporte logístico e apoio na execução de ataques remotos. Se trata de um veículo terrestre, com recursos de comando e controle autônomos, que pode ser operado por um único operador por meio de comunicação sem fio.

Apoio, inteligência e ataque

O REX MK II multimissão destina-se a apoiar as forças terrestres de infantaria em vários estágios do combate. Isso inclui o fornecimento de assistência logística às tropas, levando suprimentos de munição, equipamentos médicos essenciais, água e alimentos, bem como evacuando o pessoal ferido em macas. O sistema também pode coletar inteligência por meio de um sistema de consciência situacional que incorpora sensores eletro-ópticos e radar.

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O REX MK II também permite a realização de ataques usando sistemas de armas controlados remotamente, incluindo uma metralhadora 7.62 mm, uma metralhadora pesada calibre 0.50, e uma plataforma multimissão e multiuso para apoiar missões adicionais com base nas necessidades das tropas.

O novo REX MK II se junta a outras plataformas operacionais não tripuladas desenvolvidas pela IAI, incluindo o Jaguar, uma plataforma terrestre não tripulada para defesa de fronteiras, coleta de inteligência e execução de ataques; o RobARC, uma plataforma operacional não tripulada para descobrir e destruir dispositivos explosivos subterrâneos e no nível do solo; o Robattle, plataforma operacional robótica terrestre com alta manobrabilidade, que realiza missões complexas em condições difíceis, com rapidez e segurança; e o RobDozer, uma escavadeira não tripulada destinada a realizar missões complexas de engenharia militar em zonas de perigo.

Zvika Yarom, Diretor Geral da Divisão Terrestre da IAI, disse: “A necessidade de apoiar as forças terrestres no campo para realizar várias missões, ao mesmo tempo em que minimiza as ameaças à vida dos soldados, está no cerne de nossos valores aqui na Israel Aerospace Industries. Este sistema é resultado do aproveitamento da nossa experiência de décadas com UAVs [sigla do inglês Unmanned Aerial Vehicle, veículo aéreo não tripulado] para implementação dos veículos terrestres. As plataformas terrestres não tripuladas da IAI estão em uso, operando ao longo das fronteiras de Israel e em diferentes unidades de combate, bem como em outros locais ao redor do mundo. Estamos experimentando um aumento na demanda de clientes por plataformas terrestres não tripuladas.”

Com o uso de tecnologias avançadas, os sistemas da IAI podem reconhecer ameaças, empregar medidas de defesa ativas e passivas e dar suporte aos “sensor-to-shooter loops” em tempo real e de forma autônoma (pressionando o gatilho no lugar de um soldado).

O conceito da Divisão Terrestre da IAI é baseado em três princípios:

  1. Consciência situacional,
  2. Sobrevivência e
  3. Letalidade.

O Grupo ELTA da IAI, conhecido como a casa da Inteligência e do Radar de Israel, está desenvolvendo sistemas estratégicos inovadores, como aeronaves de missão, matrizes cibernéticas nacionais, plataformas terrestres não tripuladas e robóticas, defesa contra UAVs, sistemas de segurança interna e muito mais.

Fonte: IAI

Fonte: Defesa em Foco

GOL lançará Malha Aérea com 250 Aeronaves eVTOL no Brasil

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A GOL Linhas Aéreas, maior Companhia aérea doméstica do País, em conjunto com o Grupo Comporte, uma entidade de seu acionista controlador, anuncia hoje que assinaram um protocolo de intenções não-vinculante com a Avolon para aquisição e/ou arrendamento de 250 aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical (eVTOL*). Assumindo que a aeronave seja certificada e que as suas entregas aconteçam com sucesso, a Companhia espera iniciar operações com uma malha aérea brasileira usando aviões eVTOL em meados de 2025.

O Grupo Comporte está provendo os recursos requeridos para investimento nesse projeto, que utilizará a expertise em aviação da GOL para desenvolver a malha aérea utilizando as aeronaves VA-X4 eVTOL. Criado pela empresa britânica Vertical Aerospace (“Vertical”), o modelo VA-X4 eVTOL é considerado um dos táxis aéreos mais avançados tecnologicamente e confiáveis atualmente em desenvolvimento.

O acordo com a Avolon e o Grupo Comporte faz parte, também, da estratégia comercial da GOL de expandir seletivamente no mercado de transporte aéreo regional, abrindo novas rotas para mercados domésticos pouco atendidos. Essa decisão está em linha com o anúncio de junho/2021 em que a GOL adquiriu a MAP Transportes Aéreos, a quinta maior empresa aérea doméstica do Brasil, com uma frota de ATRs de 70 assentos que operam em rotas na região amazônica, a partir do Aeroporto de Manaus, e nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, a partir de Congonhas, o maior aeroporto doméstico do país.

Uma nova frota para uma nova era de viagens aéreas e mais conectividade.

A GOL opera atualmente uma frota de 127 aeronaves Boeing 737 e transportava, no pré-pandemia, mais de 37 milhões de passageiros por ano. A Companhia planeja fazer a transição de 75% de sua frota para as aeronaves 737-MAX mais eficientes até 2030, que reduzem as emissões de carbono em 16%. A adoção do Boeing MAX e das aeronaves eVTOL, juntamente com outras inovações, tais como o uso de biocombustíveis, formarão os componentes-chave na estratégia da GOL para atingir a neutralidade de carbono até 2050. Mais informações sobre os compromissos da Companhia com a sustentabilidade e metas ESG podem ser encontradas em seu site de relações com investidores: https://www.ir.voegol.com/br .

O VA-X4 pode transportar até quatro passageiros e um piloto, com alcance de 160 km (100 milhas) e velocidade máxima de 320 km/h (200 mph). A aeronave eVTOL também produz 100 vezes menos ruído do que um helicóptero em voo de cruzeiro, e 30 vezes menos nos momentos de decolagem e pouso. A Vertical usou o know-how de parceiros e fornecedores renomados e experientes na indústria aeroespacial, incluindo Honeywell, Microsoft, Rolls-Royce e Solvay, para desenvolver controles de voo avançados, tecnologia da informação, motores elétricos e tecnologia industrial de ponta em sua aeronave VA-X4.

O primeiro passo da nova parceria é a realização de um estudo de viabilidade, incluindo a certificação da aeronave e análise da infraestrutura necessária para operar essa aeronave com a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), o DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo), e outras autoridades aeronáuticas nacionais e internacionais. A Avolon espera concluir o processo de certificação do VA-X4 no Brasil até 2024, com a Companhia iniciando voos comerciais com o eVTOL como parte de sua malha aérea em meados de 2025.

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* eVTOL: Electric Vertical Takeoff and Landing

Fonte: Defesa em Foco

TAURUS e CBC participam do Torneio de Tiro das Nações com Adidos Militares estrangeiros no Brasil

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A Taurus Armas e a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) estiveram presentes no V Torneio de Tiro das Nações, realizado no dia 9 de setembro, no estande de tiro General Darcy Lázaro, em Brasília (DF). O evento contou com a participação de cerca de 50 Adidos das Nações Amigas, incluindo países como Rússia, Canadá, Nigéria, Índia, Peru, Japão, Tailândia, Paquistão, e Militares do Estado-Maior do Exército Brasileiro.

O torneio constituiu uma oportunidade para as fabricantes do setor promoverem suas linhas de produtos táticos e estreitar as relações com os representantes militares de vários países estratégicos, assim como o Exército Brasileiro. Além de conferirem a exposição de produtos, os adidos e militares brasileiros puderam testar as pistolas TH9 e TS9 e a submetralhadora SMT9 da Taurus. Durante a competição de tiro, os participantes utilizaram munições 9mm Luger ETOG 124gr da CBC.

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Fonte: Defesa em Foco

Diretor da ABIMDE participa da reunião do CNCG para apresentar preparativos da 6ª Mostra BID Brasil

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O Diretor de Projetos da ABIMDE (Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança), Comandante Paulo Albuquerque, participou nesta quarta-feira (15) da reunião ordinária realizada pelo Conselho Nacional de Comandantes-Gerais das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares (CNCG), em Brasília (DF).  Albuquerque apresentou detalhes dos preparativos para a 6ª Mostra BID Brasil, que será realizada entre os dias 7 e 9 de dezembro, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília.

O CNCG participará da Mostra BID Brasil expondo as tecnologias usadas pelas Forças Militares de Segurança Pública na manutenção da ordem, prevenção de delitos e combate à criminalidade. Pela primeira vez, o Conselho fará sua reunião durante o evento, transformando o espaço num palco para encontro de militares das Forças estaduais, especialistas e agentes de Segurança de diversos estados brasileiros.

Após cinco edições com excelentes resultados, a Mostra BID Brasil já se consolidou como um dos principais espaços para as empresas nacionais fortalecerem relações com seus parceiros e potenciais clientes dos setores público e privado. O evento também é uma grande oportunidade para as indústrias nacionais apresentarem seus serviços e produtos a adidos militares, e embaixadores e autoridades de diversos países.

Durante a reunião do Conselho, Albuquerque destacou aos presentes a importância do evento para a BIDS (Base Industrial de Defesa e Segurança), os expositores e apoiadores já confirmados e os cuidados adotados para prevenção à Covid-19, garantindo a segurança em todos os ambientes.

“Este ano a Mostra BID Brasil será a casa da inovação e novidades tecnológicas das indústrias de Defesa e Segurança no país. Já estão confirmados 65 expositores, e 38 apoiadores institucionais, algo muito significativo”, disse o diretor da ABIMDE.

Entre os apoiadores já confirmados, estão os Ministérios da Defesa, das Relações Exteriores, de Minas e Energia, da Ciência, Tecnologia e Inovações, e da Justiça e Segurança Pública, além das Forças Armadas brasileiras e das Forças de Segurança.

Durante os três dias da Mostra, os protocolos sanitários para a prevenção à Covid-19 serão rigorosamente cumpridos. Serão adotados padrões além dos exigidos pela legislação, com emprego de soluções tecnológicas nacionais.

A 6ª Mostra BID Brasil é organizada pela ABIMDE com promoção da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos).

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Expo ADESC

Além da Mostra BID, Albuquerque também apresentou aos Comandantes de Polícia Militar e Corpos de Bombeiros as ações desenvolvidas pela ABIMDE e detalhes sobre os preparativos da Expo ADESC (Air, Defense and Security Connections Internacional Exhibition), agendada para abril de 2022.

“O foco da EXPO ADESC é promover a conexão entre países e empresas internacionais parceiras com a indústria nacional de Defesa e Segurança. Temos certeza que esta exposição vai fortalecer networking, potencializando negócios para quem já atua no mercado externo e, ao mesmo tempo, gerando oportunidades para as empresas que visam a internacionalização do seu mercado”, disse Albuquerque.

Fonte: Defesa em Foco

Ministério da Defesa realiza visita à sede da IMBEL

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No dia 16 de setembro a IMBEL recebeu a visita de avaliação técnica do Ministério da Defesa, com a finalidade de verificar a permanência da classificação dos produtos da Empresa em consonância com as regras e normas da Lei 12.598/2012, que rege o tema. A IMBEL apresentou a Comissão do Departamento de Defesa/MD as condições que deram origem ao credenciamento da IMBEL como Empresa Estratégica de Defesa e a classificação de seus produtos como Estratégico de Defesa (PED) ou de Defesa (PRODE). Por parte do MD, a atividade foi coordenada pelo Departamento de Produtos de Defesa (DEPROD) com a participação do Centro de Apoio a Sistemas Logísticos de Defesa (CASLODE).

Além da Presidência, Diretores e Assessores da IMBEL, participaram da visita de avaliação técnica: o CMG GOULART, Cel Av R1 PINTO SAMPAIO, ambos do DEPROD/MD; CF Ref EM WILLY, do CALODE/MD; Cel Inf HENRIQUE e TC HEBERT, ambos da Força Aérea; Cel SOARES, Cel LUÍS FERREIRA, Cel VELOSO, Maj CASTELLANI, Maj OTÁVIO e 1º Ten MICHELLE PONTES, do Exército Brasileiro.

Fonte: Defesa em Foco

O EMPREGO DE DRONES PELAS FORÇAS DE SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA MEDIANTE O HIBRIDISMO DA 5A GERAÇÃO DE GUERRA

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De 02 a 05 de Setembro,  sediado no Comando da Força de Fuzileiros da Esquadra, ocorreu o I curso de Formação de Instrutores de Pilotos de Drone  para emprego em Segurança Publica e Defesa, turno 2021/01. O curso contou com alunos do Grupamento de Mergulhadores de Combate da Marinha, Batalhão de Operações Especiais de Fuzileiros Navais (Batalhão Tonelero), BOPE – (PMERJ), GAEX (Guarda Portuária), GOE  e Academia da GMRIO, Comando da Força de Fuzileiros da Esquadra, Polícia Federal e GSI (Presidência).

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Fonte: Instagram ABRAPAM COMBATIVES

 ABRAPAM COMBATIVES ACADEMY

De iniciativa da empresa de treinamentos tático operacional, ABRAPAM COMBATIVES ACADEMY, cujo o foco é  promover o aperfeiçoamento de unidades de Segurança Pública e Forças de Defesa Nacional, através de treinamento continuado por iniciativa de investimento da escola privada referida, possibilitando Intercâmbios internacionais de protocolos e adestramento com forças de segurança e equipes de Operações Especiais Internacionais, (Israel, Portugal,  França, Haiti, EUA, Camarões,  entre outros), tendo como finalidade: Atualização e melhor contribuição para a performance das unidades Militares e Forças de Segurança Publica em todo âmbito nacional.

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Fonte: Instagram ABRAPAM COMBATIVES
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Fonte: Instagram ABRAPAM COMBATIVES

O CEO da ABRAPAM COMBATIVES ACADEMY é o Militar da Reserva da Marinha do Brasil, Sargento Erasmo Gomes, militar com formação em inteligência militar, além de ter atuado por anos como instrutor de forças especiais. Participou de duas missões de apoio humanitário no Haiti, além ter feito parte da equipe de instrutores brasileiros que atuou no continente africano treinando mais de 16 nações. Recentemente Erasmo Gomes esteve como instrutor da Força Nacional de Segurança Pública-MJ, em Brasília. Erasmo já ministrou aulas na Escola Naval, Academia Militar das Agulhas Negras, e nos cursos de Operações Especiais, Curso Especial de Comandos Anfíbios, Curso Especial de Mergulhadores de Combate, foi um dos instrutores do Curso de Antiterrorismo Israelense pela Agência SSTS Security (empresa israelense) de um ex membro do Grupo Especial Israelense Shayetet 13), com alunos de unidades renomadas tais como CORE RJ, BOPE RJ, merecendo ainda referência honrosa por ser um dos idealizadores do Grupamento de Ações Extraordinárias da Guarda Portuária do Rio de Janeiro, (estes equivalentes ao “US GUARD COAST” Americanos, ressalvadas limitações legais nacionais e obediência ao ISPS CODE).

GUERRA HÍBRIDA

Segundo citado pelo Exmo. Tenente-Coronel do Exército Brasileiro, Marcel de Madeira Jesus, em sua obra acadêmica:

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“GUERRA HÍBRIDA E OS DESAFIOS PARA O DIREITO INTERNACIONAL HUMANITÁRIO” (2014)

O mundo foi surpreendido quando a Rússia  no início de 2014, ao ocupar e anexar a Crimeia em uma manobra continua e violenta de ataques em vários níveis de táticas e estratégias, cujo sequencialmente participou das hostilidades no leste da Ucrânia, gerando séria instabilidade naquela região. Valendo-se de um conjunto de medidas precisamente coordenadas, integrando os aspectos lineares, não-lineares e não-declarados de um conflito, soube conquistar seus objetivos políticos. A Forma empregada de condução destas ações ficou conhecido popularmente desde então como “Guerra Híbrida”.  Após a campanha da Crimeia em 2014, e mais recentemente, na Síria, a Guerra Híbrida tem sido objeto de estudos e análises aprofundadas no concerto das nações.

Apesar de tal análise, não é tão simples definir com perfeição o conceito de Guerra Híbrida se tratando de algo bem complexo. O termo “híbrido ” refere-se a algo heterogêneo em sua origem ou composição; algo que tem dois diferentes tipos de componentes desempenhando a mesma função.  Segundo HOFFMAN (2000), um dos principais estudiosos do assunto, publicando artigos e livros sobre esse fenômeno, este autor define a ameaça híbrida como sendo qualquer adversário que possua a capacidade de, simultaneamente e de forma adaptável, empregar no campo de batalha, um conjunto difuso de armas convencionais, táticas irregulares, ciber ataques, terrorismo, violência, coerção indiscriminadas e comportamentos criminosos, com finalidade de obter objetivos políticos em larga escala de dominância.

A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) prefere definir a expressão como: “Um largo espectro de operações militares e paramilitares, desencadeadas de forma ostensivas e não declaradas, associadas a ações civis que formam um desenho totalmente sincronizado…” (Fonte: Lieutenant Colonel Frank G. Hoffman, USMCR (Ret.), is a Research Fellow in the Center for Emerging Threats and Opportunities at the Marine Corps Combat Development Command).

5ª GERAÇÃO DE GUERRA

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Fonte: Instagram GAEX/GPORT

Conforme definido em artigo publicado por este autor, sobre o conceito de 5a Geração  de Guerra  e seu uso de inteligência de ataque, em: https://www.defesa.tv.br/a-5a-geracao-de-guerra-e-o-uso-da-ciberinformacao-como-inteligencia-de-ataque-ao-poder-maritimo-de-estado/, a 5a Geração de guerra é o estagio avançado de inteligência estratégica no cenário  Global, de uso e emprego de situações  de guerra não declarada, com a ampla gama de instrumentalização tecnológica, bélico e humana, nas condições  indiretas de manobras para influenciar em grandes escalas a assimetria de ataque coordenados e pontuais de focos de guerrilhas, que em sincronia de ações  causam grandes proporções de guerra dentro e fora do Estado, ameaçando silenciosamente e de forma fantasmagórica sua soberania e supremacia de Lei e ordem Geopolítica.

Ainda nos resta para definir a participação de armas e inteligência cibernética,  como um fator de importante pilar no hibridismo e a justificativa do uso de Drones de observação  (VANT/RPA), como forma adequadamente avançada de uso em Survillience,  inteligência de monitoramento e forma de defesa em Contra inteligência tática por parte dos atores de segurança e Defesa, (para fins de enfrentamento ao crime organizado  cada vez mais armado bélico e tecnologicamente), como acertadamente conceitua-se nas palavras doutrinarias do  ilustríssimo Msc. em Integração Digital Aram Aharonian, (jornalista e comunicólogo Uruguaio, Diretor de SURySUR e Fundador da Telesur),  que em concordância com nossa corrente doutrinária  define o conceito de 5a Geração de guerra, a seguir:

” …Dada a enorme superioridade tecnológica alcançada na etapa da 4a Geração de guerra, frente à assimetria de forças entre combatentes, cujo só é concebível o uso de forças irregulares ocultas que ataquem o inimigo de forma surpreendente, tratando de desestabilizá-lo e assim provocar sua derrota, com o uso de táticas de combate não convencionais…”

Complementando:

“…Na Guerra de Quinta Geração (também denominada guerra sem limites), introduzida desde 2009 como conceito estratégico operacional nas intervenções EUA-Otan, não interessa ganhar ou perder, mas demolir a força intelectual do inimigo, obrigando-o a buscar um acordo, valendo-se de qualquer meio, inclusive sem uso das armas. Trata-se de uma manipulação direta do ser humano através de sua parte neurológica…” (CLAE, www.estrategia.la, 2018).

O USO DE DRONES DE OBSERVAÇÃO EM SEGURANÇA E DEFESA E SUA REGULAMENTAÇÃO

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Fonte Instagram: ABRAPAM/GAEX
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Fonte Instagram: ABRAPAM/GAEX

Segundo decisão  de ADPF N. 635 – STF em 2017 , na Referência dos INQUÉRITOS CIVIS Nº 2011.00636348 e 2017.012683345 , o MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, por meio de parecer emitido pelo Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública – GAESP, através da Promotoria de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, que baseado com fundamento nos artigos 34, inciso IX, da Lei Complementar nº 106, de 02 de janeiro de 2003, 27, inciso IV, da Lei nº 8.625, de 12 de fevereiro de 1993 e 27, e da Resolução GPGJ nº 2.227/18, expediu  a decisão  normativa considerando  as incumbências determinadas à Polícia Civil no art. 144, §4º, da CRFB/88;

E  ainda os princípios administrativos da legalidade, publicidade, eficiência e transparência, estes previstos pelo  art. 37 da CRFB/88. Adotando o pilar que em 2018 a Lei n. 13.675 disciplinou a organização e o funcionamento dos órgãos responsáveis pela segurança pública, onde criou a Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social (PNSPDS); e instituiu o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), onde firmou e estabeleceu princípios e diretrizes, a guiar a formulação de políticas públicas de segurança pública, a nível nacional, estas, que são diretrizes da Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social (PNSPDS), cujo pilares nevrálgicos se atém:

” I – atendimento imediato ao cidadão;

 II – planejamento estratégico e sistêmico;

III – fortalecimento das ações de prevenção e resolução pacífica de conflitos, priorizando políticas de redução da letalidade violenta, com ênfase para os grupos vulneráveis;

 (…) V – coordenação, cooperação e colaboração dos órgãos e instituições de segurança pública nas fases de planejamento, execução, MONITORAMENTO e avaliação das ações, respeitando-se as respectivas atribuições legais e promovendo-se a racionalização de meios com base nas melhores práticas;

(…) VII – fortalecimento das instituições de segurança pública por meio de investimentos e do desenvolvimento de projetos estruturantes e de INOVAÇÃO TECNOLÓGICA;

De encontro a normativa, ainda que de forma fiscalizatória de “custus legis” a Portaria SESEG n. 01/2017, estabelece diretrizes com vistas ao aprimoramento dos atos normativos das polícias civil e ainda:

“…(ii) no caso de inexistência de tais atos normativos, que providencie a sua elaboração, nos termos requisitados neste inquérito civil – uso de equipamentos especiais como helicópteros, veículos blindados e DRONES.”

Desta maneira prevendo positivamente a implementação e adequação do uso de VANTS (Veículos Aéreos Não Tripulados) e RPAS, (Remotely Piloted Aircraft System),  nomenclatura para definir drones de uso  não  recreativos pelo  Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), em conformidade com a Portaria DECEA No 112/DGCEA/2020, publicada pelo Ministério da  Defesa, através do Comando da Aeronáutica. Cujo, aprova a reedição da ICA 100-40, que trás instrução sobre Aeronaves não tripuladas e o Acesso ao Espaço Aéreo conforme  o previsto no art. 19, inciso I, da Estrutura Regimental do Comando da Aeronáutica, aprovada pelo Decreto nº 6.834, de 30 de abril de 2009, e considerando o disposto no art. 10, inciso IV, do Regulamento do DECEA, aprovado pela Portaria nº 1.668/GC3, de 16 de setembro de 2013. Cabe ressaltar que os Sistemas de Aeronaves Não Tripuladas, em inglês, Unmanned Aircraft Systems (UAS), são um novo componente da aviação mundial que operadores, indústria e diversas organizações internacionais estão estudando e trabalhando para compreender, definir e, finalmente, promover sua completa integração no Espaço Aéreo.   No Brasil, as Aeronaves Não Tripuladas ainda são amplamente conhecidas como drones (do inglês Zangão, termo muito utilizado pelos órgãos de imprensa), operacionalmente denominados de Veículos Aéreos Não Tripulados (VANT), nomenclatura oriunda do termo Unmanned Aerial Vehicle (UAV)  inclusive já  considerado obsoleto na comunidade aeronáutica internacional, o cujo prefere adotar o termo Aeronave Remotamente Pilotada (ARP).

Segundo a Organização da Aviação Civil Internacional (OACI), as aeronaves não tripuladas, em inglês, Unmanned Aircraft (UA), são subdivididas em três categorias: Remotely Piloted Aircraft (RPA), Aeromodelos e Autônomas.

As duas primeiras possuem características semelhantes, são aeronaves não tripuladas e pilotadas a partir de uma estação de pilotagem remota. Contudo, as RPA, diferentemente dos aeromodelos, serão utilizadas com a finalidade não recreativa e possuirão a capacidade de se integrar e interagir com o ambiente ATM, em tempo real. Já as aeronaves não tripuladas e classificadas como autônomas possuem a característica de não permitir a intervenção humana, uma vez iniciado o voo, estas não  autorizadas para uso de Segurança Publica Nacional.

Com a publicação do Regulamento Brasileiro de Aviação Civil Especial nº 94, foi estabelecida a diferença básica entre Aeronaves Remotamente Pilotadas e Aeromodelos, (sendo estes últimos utilizados apenas com propósitos recreativos, não fazendo parte do escopo deste artigo).  O Brasil, com base no artigo 8º da Convenção sobre Aviação Civil Internacional e visando promover o crescimento do setor, tem autorizado o acesso seguro ao espaço aéreo brasileiro por essa nova tecnologia, por meio da emissão de autorizações especiais cujo Drones sejam dotados de equipamentos para fins de monitoramento, vigilância e observação, ou seja sem emprego de armas.

NOTA: Para efeito do artigo 8º da Convenção sobre Aviação Civil Internacional, são consideradas, ainda, autorizações especiais aquelas informações de voo realizadas pelos usuários ou exploradores, as quais não venham a ferir a segurança da navegação aérea, das pessoas, dos animais e/ou propriedades de terceiros.

CONCLUSÃO

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Fonte: Instagram ABRAPAM COMBATIVES

A utilização de drones está se expandindo rapidamente, conforme novas aplicações são criadas para estes dispositivos, essa expansão ocorrendo mesmo sob regras da ANAC, FAB e regulamentação do Ministério Público, contando ainda com portarias policiais do Sistema Nacional de Segurança Pública e devidos protocolos de empregabilidade, o uso destes equipamentos por atores de interesses escusos e criminosos, são  atuais e surgem como problemas de Segurança Cibernética que precisam ser abordados para um maior controle de sua operação.

Este artigo  sugere o entusiasmo e incentivo a maiores investimentos na segurança cibernética com drones, concentrando-se na análise de ataques reais e simulados, incluindo multiplicadores de treinamentos como o demonstrado, aplicabilidade operacional, senão  obrigatória,  que seja consideravelmente essencial em ações  de patrulhamentos preventivos específicos,  propondo a realização de uma análise das formas de comando, controle e comunicação dos drones, levando em conta custo benéfico não somente em investimentos, mas na diminuição do colateral em ações diretas e indiretas taticamente cirúrgicas onde o cenário de operações seja de confrontos de flagrados de alta periculosidade para o agente de segurança e defesa, tal qual para a população. Além disso, os ataques realizados em drones são analisados com base nos princípios da Segurança da Informação, ou seja, os ataques são divididos em Confidencialidade, Integridade e Disponibilidade.

A partir desta análise, são apresentadas preciosas armas de inteligência estratégica cibernética para assessoria de planejamento de Estado e suas possíveis direções de pesquisa em Segurança publica, Defesa de soberania e ordem pública e manutenção  de paz através da ótica da Cibernética.

Fonte: Defesa em Foco

Atech e Saab apresentam tecnologias para centralização e digitalização de soluções para controle de tráfego aéreo no Aviatrade

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A Atech – empresa do Grupo Embraer – e a Saab – companhia sueca de defesa e segurança – participam juntas da primeira edição do Aviatrade. No estande, as empresas apresentam novas tecnologias e soluções para a centralização e digitalização de soluções para controle de tráfego aéreo na aviação regional. O evento ocorre nos dias 22 e 23 de setembro, no Aeroporto Estadual Comandante Rolim Adolfo Amaro, em Jundiaí (SP), e reúne interessados em adquirir aeronaves para uso pessoal e para otimizar operações e deslocamentos de suas empresas. O encontro propicia também o fomento de negócios às organizações que trabalham com operadores de EPTAs (Estações Prestadoras de Serviços de Telecomunicações e Tráfego Aéreo), com ênfase à NAVBrasil e as novas concessionárias multiaeroportos.

Entre as soluções apresentadas pela Atech e pela Saab estão a de centralização de torres remotas e digitalização de serviços de informação para múltiplos aeródromos e as que integram plataformas R-TWR e R-AFIS (siglas em inglês para Torre de Controle Remota e Serviços Remotos de Informação de Voo de Aeródromo), dedicadas às necessidades específicas da aviação local.

A Saab desenvolveu diversos projetos de torres remotas, que já operam na Suécia e a Atech, em conjunto com a Ciscea (Comissão de Implantação do Sistema de Controle do Espaço Aéreo), está implantando o R-AFIS no Brasil, voltado à operação remota de dez aeródromos a partir dos quatro Cindactas (Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo).

“Vamos mostrar a este público interessado em aviação regional as tecnologias que desenvolvemos dedicadas ao controle e segurança do tráfego aéreo. A digitalização dos serviços nessa área oferece mais recursos e informações aos operadores, gerando ganhos econômicos e de segurança para a aviação como um todo”, explica Marcos Resende, diretor de Negócios ATM da Atech.

De acordo com Sergio Martins, diretor de Gestão do Tráfego Aéreo para América Latina na Saab, as plataformas apresentadas na Aviatrade são indicadas, principalmente, para aeroportos regionais, o que representa uma tendência de centralização, digitalização e operações remotas relacionados a esses serviços.

“Nossa experiência ao redor do mundo com digitalização e centralização em serviço de tráfego aéreo é de muito êxito. Acreditamos que esse tipo de tecnologia pode contribuir muito com a aviação regional do Brasil e da América Latina”, diz Martins.

A primeira edição do Aviatrade será o hangar 1 do Aeroporto Estadual de Jundiaí. A feira vai ocupar uma área de 11.000m² e seu objetivo é atrair público com grande potencial de entrada na aviação geral. Os visitantes receberão orientações sobre aviônicos, serviços especializados e processos para compra segura de um avião, entre outras. O evento contará com expositores de aeronaves, brokers, seguradoras, empresas de remodelagem de interiores de aeronaves, de hangaragem e representantes da cadeia produtiva do setor.

Fonte: Defesa em Foco

CML recebe representante de indústrias de defesa

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No dia 21 de setembro, o Comando Militar do Leste (CML) recebeu a visita do Presidente do Sindicato Nacional das Indústrias de Materiais de Defesa (SIMDE) e da Condor Tecnologias Não Letais, Carlos Erane de Aguiar, que, atualmente, também ocupa o cargo de Vice-Presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

O visitante foi recepcionado na Galeria dos Ex-Comandantes, no Palácio Duque de Caxias (PDC), pelo Comandante Militar do Leste, General de Exército José Eduardo Pereira, e pelo Comandante da 1ª Região Militar (1ª RM), General de Divisão Luiz Fernando Estorilho Baganha.

A atividade aconteceu respeitando todas as medidas de prevenção à Covid-19.

Texto: 1º Ten Hosana / Fotos: Sd R Menezes

Fonte: Defesa em Foco

Um dos submarinos mais modernos do mundo será entregue à Marinha em dezembro desse ano

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O Brasil está na contagem regressiva para colocar em operação um dos submarinos mais modernos do mundo. O equipamento será o primeiro de uma série de cinco, que estão sendo construídos, numa base naval da Marinha, no litoral do Rio Janeiro.

Fonte: R7

Fonte: Defesa em Foco