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Embraer abre mil novas vagas no Brasil

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A Embraer anunciou hoje a abertura de mil vagas de emprego no Brasil com foco na retomada da produção, crescimento da área de Serviços e Suporte, desenvolvimento de produtos e geração de novos negócios. As inscrições e detalhes sobre as diversas oportunidades de carreira nos setores de operação, engenharia, administrativo, entre outros estão disponíveis no site: https://embraer.gupy.io/ .

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Pelas estimativas apresentadas ao mercado, o volume de entrega de aeronaves para este ano deve aumentar entre 15% e 25% em comparação com o ano anterior. O movimento de crescimento para retomar todo o potencial da companhia é esperado para continuar ocorrendo pelos próximos anos, em linha com os estudos apresentados pela Associação Internacional do Transporte Aéreo (IATA).

“Estas contratações materializam o plano estratégico que inclui a retomada do crescimento da aviação e todo o investimento em tecnologia, inovação e novos negócios da Embraer. Estamos muito entusiasmados com as perspectivas de mercado que geram oportunidades de carreira em diversas áreas da companhia”, disse Carlos Alberto Griner, Vice-Presidente de Pessoas, ESG e Comunicação. “Ao lado dos talentos dos tradicionais programas educacionais que atendem às necessidades de aceleração de qualificação e reposição natural de profissionais, os novos colaboradores e colaboradoras vão contribuir com nossos esforços de ter uma companhia mais ágil e competitiva em um ambiente de trabalho cada vez mais flexível e diverso.”

Nos últimos dois anos, a Embraer assegurou a sustentabilidade da organização e a capacidade de engenharia diante dos impactos causados pela Covid-19 na economia global e pelo cancelamento da parceria com a Boeing. Para se manter competitiva e atravessar a grave crise do setor foi elaborado e executado um plano estratégico que permitiu recuperar a empresa e retomar um novo ciclo de crescimento, que inclui recontratações para as operações.

As contratações consideram um olhar mais diverso, de valorização das individualidades, os compromissos de ESG e estão conectadas às tendências do futuro do trabalho, com vagas permanentemente remotas e modelos híbridos de exercício das atividades, por exemplo. A criação de um ambiente mais flexível, que concilia os interesses dos colaboradores, ao mesmo tempo em que fortalece a cultura de inovação e geração de conhecimento, torna a Embraer cada vez mais atrativa aos talentos que almejam atuar no desafiador setor aeroespacial.

No fim de 2021, o Grupo Embraer tinha cerca de 18 mil colaboradores.

Fonte: Defesa em Foco

Taurus mantém desempenho operacional, atingindo margem bruta de 49,4%, e registra lucro líquido de R$ 195 milhões no 1T22

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A Taurus começou o exercício de 2022 com lucro líquido de R$ 195 milhões no primeiro trimestre. O montante já supera a totalidade do lucro líquido distribuído na forma de dividendos referente ao resultado de 2021, que foi de 194,3 milhões, equivalente a R$ 1,62 por ação.

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Na data da divulgação da proposta da administração para o pagamento dos dividendos de 100% do lucro líquido ajustado de 2021, o dividend yield da ação preferencial (TASA4) era de 6,9%, uma rentabilidade considerável, especialmente levando em conta toda a transformação pela qual a Companhia passou nos anos recentes. Agora, com a estrutura da empresa plenamente ajustada e a consolidação dos bons indicadores operacionais e financeiros, a Taurus tem o objetivo de seguir remunerando os acionistas.

Os bons números do resultado do 1º trimestre de 2022 se deve à estabilidade, eficiência e solidez operacional. A Companhia fez margem bruta de 49,4% no trimestre, patamar bem acima da média das empresas mundiais do setor, e margem Ebitda de 35,8%, com ganho de rentabilidade em relação ao registrado no mesmo trimestre de 2021.

O mercado de armas nos Estados Unidos está mudando em relação ao que foi visto nos últimos dois anos, quando a demanda atingiu patamares nunca vistos no maior mercado mundial e, portanto, também o principal mercado para os produtos Taurus. Os indicadores da demanda nos EUA apontam para um arrefecimento, ainda que mantendo patamar superior ao observado nos anos anteriores ao grande “boom” vivido em 2020. Assim, depois da demanda sem precedentes em 2020 e ainda bastante forte em 2021, o mercado em 2022 se mostra estável e mais competitivo, com os distribuidores formando estoques de produtos.

Vale lembrar que o mercado de armas é sazonal. Essa sazonalidade será percebida em 2022, depois de não ter ocorrido nos últimos dois anos pela forte demanda. Os meses de junho a agosto, com as férias de verão no hemisfério norte, tendem a experimentar demanda mais retraída. A Taurus considera esse aspecto em seu planejamento para o ano, com estratégias estabelecidas no sentido de mitigar seus efeitos. A partir das mudanças estruturais realizadas nos últimos anos, a Companhia tem hoje processos eficientes, baixos custos, controle de despesas e robusta estrutura operacional.

“Estávamos prontos e soubemos aproveitar as oportunidades no momento da forte expansão do mercado e estamos também preparados para uma conjuntura de mercado diferente. Seguimos focados nas oportunidades e nos riscos, com a gestão recebendo continuamente informações das áreas dedicadas à inteligência de mercado e acompanhamento de riscos, e com nossas estratégias de atuação definidas para os diferentes momentos de mercado”, afirma Salesio Nuhs, CEO Global da Taurus.

A empresa está focada em manter o forte desempenho operacional e, de modo a se adequar ao perfil de mercado atual, voltada para ampliar a produção de revólveres. A Taurus já é a maior vendedora de armas curtas do mundo, considerando as tradicionais empresas americanas, detendo a liderança absoluta do mercado e, adicionalmente, tem o menor custo de produção do mundo no segmento, resultado do projeto que vem sendo desenvolvido de excelência em revólveres.

“Continuamos atuando no sentido de ampliar a rentabilidade e o diferencial desses produtos. O revólver é considerado um produto clássico e, diferente do segmento de pistolas, cuja demanda aumentou muito nos últimos dois anos e agora começa a recuar, conta com um mercado mais estável. Nossa planta industrial pode variar o mix de produtos, porém com menor flexibilidade na produção de revólveres do que em pistolas, que foi o foco nos últimos dois anos. Como já estávamos nos preparando para a mudança do mercado, estamos com o foco mais voltado para os revólveres agora e investimos na aquisição de maquinários de última geração para essa linha de produção, que deverão ser entregues durante o ano”, explica Salesio Nuhs.

Além disso, a Taurus segue com a estratégia de lançamentos de produtos em segmentos nos quais ainda não está presente e, portanto, sem concorrer com os produtos atuais, com diversificação e ampliação do valor agregado do mix de produtos. Nesse sentido, está lançando alguns novos calibres de armas táticas, como o fuzil T4 300 MLOK, apresentado ao mercado no final de abril.

Nesse primeiro trimestre de 2022, a empresa manteve suas margens e os preços de venda de seus produtos, ampliou seu estoque estratégico e atingiu suas metas de vendas. Depois de trimestres consecutivos com vendas superiores à produção, foi reforçado o investimento em ações de marketing nos EUA, como parte da estratégia para 2022. Para coordenar essas atividades, foi contratado um novo vice-presidente de vendas e um novo diretor de marketing na unidade norte-americana.

A produção total da Taurus no 1º trimestre de 2022, considerando as operações industriais do Brasil e dos EUA, atingiu a média de 9 mil armas por dia, volume 15,4% superior ao registro no mesmo período do ano de 2021, quando atingiu à média de 7,8 mil unidades/dia. O volume total produzido, de 574 mil unidades, superou em 16,8% o alcançado no 1º trimestre de 2021.

A pauta ESG (sigla em inglês para “ambiental, social e governança corporativa”) está dentre as prioridades da agenda da Companhia. No ano passado, por uma decisão do CEO Global da Taurus, Salesio Nuhs, foram iniciadas conversas com diversas consultorias sobre o tema ESG e escolhida como parceira a EY, com a qual a empresa se identificou levando em conta sua metodologia e credibilidade. Esse processo vem sendo conduzido diretamente sob supervisão do CEO Global da Taurus. No momento, a Companhia está na fase das entrevistas com a alta direção, gerentes e colaboradores envolvidos diretamente nos processos, bem como, a análise de empresas que têm relação com a Taurus.

“O projeto ESG vem agregar novas ideias e compartilhar as ações que essa direção já vem adotando ao longo de sua administração para sustentar os interesses de longo prazo dos investidores, alinhado aos interesses dos colaboradores, fornecedores, comunidade e meio ambiente”, informa Salesio Nuhs.

Com relação a joint venture na Índia, a Companhia está no momento fazendo a seleção dos melhores fornecedores locais. A partir de extensa pesquisa de mercado, que inclui o levantamento de cotação em diferentes fornecedores, estão em busca de parceiros confiáveis, com qualidade, preços e prazos adequados para a fábrica local. Um grupo de engenheiros da Taurus também foi ao país para realizar treinamento de pessoal local, preparando a unidade para receber as peças a serem enviadas do Brasil.

A Taurus manteve bom desempenho operacional, se firmou como forte geradora de caixa, resolveu a questão do endividamento, tendo encerrado o 1º trimestre de 2022 com o índice dívida líquida/Ebitda de 0,2x e disponibilidade de caixa de R$ 337,1 milhões, realizou o pagamento de dividendos a seus acionistas em 29 de abril deste ano e tem sua estratégia de atuação definida, com foco em se beneficiar das oportunidades e mitigar os riscos.

A inovação e o P&D, liderados pelo CITE – Centro Integrado de Tecnologia e Engenharia Brasil Estados Unidos, são aspectos chave que permitem criar diferenciais e ampliar a competitividade dos produtos Taurus. A empresa segue confiante de que as conquistas continuarão, com o apoio de seu Conselho de Administração, de seus parceiros, clientes, colaborados e acionistas.

“Estamos esperando em 2022 um ano diferente dos últimos dois, mais desafiador, porém com bons resultados na Taurus, que está preparada para o reposicionamento do mercado”, diz o CEO Global da Taurus, Salesio Nuhs.

Fonte: Defesa em Foco

Atletas da Taurus nos EUA na modalidade de Tiro Prático conquistam recordes mundial e de vitórias no Steel Challenge 2022

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Os atletas de Tiro Prático da Taurus nos Estados Unidos, KC Eusebio e Jessie Harrison, deram um verdadeiro show de habilidade, técnica e competência no Steel Challenge deste ano.

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KC levou para casa o merecido prêmio com seu recorde de 9ª vitória no World Speed ​​Shooting Match, enquanto Jessie estabeleceu um novo recorde mundial feminino de Single Stack e se tornou a primeira mulher a ganhar o cobiçado título de Overall Steel Master.

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A modalidade Steel Challenge, conhecida como Desafio do Aço, é controlada e regulamentada pela USPSA (United States Practical Shooting Association).

É uma competição interessante para o espectador pelo uso de alvos metálicos reativos e muito simples de ser compreendida, em que velocidade é tudo. As pistas são padronizadas para o mundo todo, o que incentiva o competidor sempre a quebrar os recordes de tempo das pistas.

A prova é disputada em cinco “strings” ou passadas, onde o competidor deverá atingir os alvos no menor tempo possível. O tempo de string mais alto ou a “pior passada” é descartado, e o resultado da prova é a soma dos tempos dos quatro strings restantes.

O uso de pistas padronizadas também permite o rankeamento universal de competidores entre as diversas regiões. Um ranking mundial pode ser encontrado no site oficial da modalidade.

O Steel Challenge não diferencia fator de potência. Assim, diferentes equipamentos podem ser utilizados para sua prática. Os requisitos para equipamentos utilizados são os mesmos utilizados nas regras da IPSC ou da USPSA, conforme determinação do diretor da prova.

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Líder mundial na fabricação de revólveres e uma das maiores produtoras de pistolas do mundo, além de ser a maior vendedora de armas curtas no mundo e a marca mais importada no exigente mercado dos Estados Unidos, a Taurus há anos investe fortemente em apoio ao esporte do tiro e oferece ao segmento um completo portfólio de produtos de alto desempenho e qualidade.

Além de incentivar entidades organizadoras, incluindo Confederações, Federações e Ligas, entre outras instituições, além de campeonatos nacionais e internacionais, atualmente, a Taurus também patrocina diretamente 49 atletas em diversas modalidades e categorias do esporte do tiro, de competidores consagrados a jovens talentos.

A estratégia da empresa, como entusiasta do esporte, é intensificar o crescimento das diversas modalidades de tiro e contribuir para que os atletas se destaquem em competições pelo Brasil e pelo mundo, assim como incentivar o ingresso e formação de novos atiradores.

Os investimentos estão atingindo o objetivo e trazendo ótimos resultados, com atletas patrocinados conquistando os primeiros lugares em diversos campeonatos e a marca Taurus se destacando entre as melhores do mundo. As vitórias dos atletas KC Eusebio e Jessie Harrison podem comprovar isso.

Fonte: Defesa em Foco

Maersk apresenta alternativas para manter as prateleiras abastecidas mesmo em tempos difíceis

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Imagem: Maersk

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Os últimos 24 meses de pandemia consolidaram a importância de soluções para que as empresas possam continuar trabalhando com flexibilidade e agilidade diante dos desafios da cadeia de suprimentos. Congestionamentos, fechamento de portos e interrupções inesperadascausaram atrasos e gargalos que foram sentidos em todas as etapas da cadeia de suprimentos, do produtor ao fornecedor e ao consumidor, com prateleiras às vezes vazias.

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As cadeias de suprimentos são ecossistemas vivos. Um dos principais insights coletados durante os últimos meses é que as empresas mudaram o foco de estar principalmente interessadas em economia de custos, para estar mais focadas em infundir agilidade e flexibilidade em cada etapa. Os efeitos diretos e indiretos de eventos passados estressaram as cadeias de suprimentos, revelando que as escolhas anteriores para otimizar as cadeias de suprimentos apenas pelo custo deixam espaço para vulnerabilidade.

Esse foi o tópico principal do Fórum de Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos de 2022 da Maersk (o primeiro desse tipo em dois anos),: como manter as prateleiras abastecidas em tempos difíceis. O Fórum destacou como as cadeias de suprimentos podem ser fortalecidas mergulhando no potencial inexplorado da logística integrada, sustentando-as quando confrontadas com interrupções de curto e longo prazo.

As cadeias de suprimentos são ecossistemas vivos

O velho paradigma de focar no just-in time, na previsão precisa e na otimização de custos está desatualizado e reage mal a choques como interrupções, atrasos e gargalos. A cadeia de suprimentos bem-sucedida de hoje integra agilidade, resiliência, flexibilidade e integração em cada etapa, garantindo que os resultados de negócios sejam frutíferos.

As cadeias de suprimentos eram anteriormente uma cadeia de entidades separadas, resultando em uma cadeia transacional e, às vezes, frágil. Isso tornou difícil para as empresas serem ágeis e prontas para desafios, pois as empresas compraram diferentes aspectos de suas cadeias de suprimentos em silos, dificultando a manutenção de uma visão clara das situações e desenvolvimentos.

Parceria é fundamental

Os problemas são melhor resolvidos juntos. Ao fazer se aliar a um parceiro logístico integrado, onde todas as suas necessidades logísticas são atendidas por um mesmo provedor, é mais fácil garantir flexibilidade, agilidade e confiabilidade na cadeia de suprimentos, pois já existem soluções para desafios disruptivos.

Um exemplo importante disso é a parceria da Maersk com a PUMA. O Dr. Thomas Liske, Diretor de Logística Global da PUMA, que falou no Fórum, destacou que a chave para manter suas “prateleiras” cheias durante os períodos difíceis dos últimos dois anos foi resultado de uma parceria com o parceiro certo. Por meio de uma comunicação construtiva, onde ambas as partes conseguiram significar o que precisavam para garantir os melhores resultados do relacionamento, veio o crescimento. Isso permitiu que os ativos fossem utilizados no nível ideal, que estruturas e processos fossem simplificados, dando mais visibilidade sobre questões logísticas e uma compreensão clara da situação geral.

O futuro é mais verde

Embora o transporte marítimo seja a maneira mais eficiente de transportar mercadorias, ele também é responsável por 3% das emissões globais de CO2 – por isso a importância de se investir e desenvolver soluções sustentáveis.

No entanto, esse movimento não é tão simples quanto apenas optar por fazer uma mudança. Como uma indústria verde não existe, ela precisou ser construída primeiro e continua em desenvolvimento.

A Maersk se comprometeu a, até 2030, reduzir 50% da intensidade de carbono nos produtos oceânicos, com 25% de toda carga transportada com combustível verde. Espera-se que os terminais tenham redução de 70% nas emissões de gases de efeito estufa, e um mínimo de 30% das cargas transportadas por via aérea usarão combustível de aviação sustentável. Armazéns e depósitos terão no mínimo 90% de operações verdes e o transporte terrestre seguirá as ofertas verdes líderes do setor.

A promessa da Maersk de atingir emissões zero de CO2 até 2050 está bem encaminhada, com o primeiro navio alimentador neutro em carbono em escala piloto a ser lançado em 2023 e 12 grandes navios porta-contêineres neutros em carbono a serem lançados em 2024. O desenvolvimento contínuo neste campo significa que nossos clientes continuarão a ser capazes de garantir que estão tomando as medidas necessárias para trabalhar com um parceiro sustentável e oferecer a seus clientes e consumidores opções mais ecológicas.

O Fórum de Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos de 2022 da Maersk contou com a participação de Vincent Clerc, CEO da Ocean and Logistics; Karsten Kildahl, Diretor Administrativo Regional da Europa; Birna Ödefors, Diretora Administrativa da Escandinávia; Jacob Sterling, Chefe de Descarbonização – Inovação e Desenvolvimento de Negócios e Julia Heil, Chefe de Logística e Descarbonização de Serviços. Além disso, o fórum também teve o prazer de receber especialistas do setor, como o Dr. Thomas Liske, Diretor de Logística Global da PUMA e Jesper Rangvid, Professor de Finanças da Copenhagen Business School, palestrantes convidados que forneceram insights sobre exemplos e experiências do mundo real.

Fonte: Defesa em Foco

Emgepron conclui manutenção do Navio de Pesquisa Hidroceanográfico “Vital de Oliveira”

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A  Emgepron concluiu com êxito os serviços de manutenção realizados durante a primeira docagem da vida operativa do Navio de Pesquisa Hidroceanográfico “Vital de Oliveira” .

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O gerenciamento da referida docagem foi revestido de ineditismo, e dada a qualidade do serviço prestado teve seu desempenho reconhecido pelo Comandante do Navio e sua tripulação.

O êxito do serviço deve-se a uma grande infraestrutura e mão de obra preparada para execução do serviço, com o emprego da capacidade industrial instalada e das facilidades portuárias disponibilizadas pela Marinha do Brasil, refletindo a relevância da parceria estratégica entre ambas as instituições.

Por Linkedin

Fonte: Defesa em Foco

Mac Jee vai exibir seus produtos padrão OTAN em feira mundial de Defesa na Romênia

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A fábrica da Mac Jee, localizada à margem da Rodovia Carvalho Pinto, em São José – Foto: Divulgação

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O Grupo Mac Jee, uma das principais empresas da indústria de Defesa no Brasil, anuncia sua participação na BSDA 2022 (Black Sea Defense, Aerospace and Security International Exhibition), que acontece entre os dias 18 e 20 de maio, na cidade de Bucareste, capital da Romênia, no Leste Europeu. A feira acontece a cada dois anos e atrai representantes do mundo todo do setor de defesa, como empresas privadas e Forças Armadas de diversas nações. A Mac Jee é uma das duas empresas brasileiras que estará presente no evento com estande próprio.

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Entre os principais produtos que a Mac Jee irá divulgar na BSDA, estão as munições aéreas da série BGB. No estande, serão expostas reproduções das linhas 82 e 84 dessa série, desenvolvidas de acordo com todos os padrões internacionais, incluindo os exigidos pela Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), a maior organização político-militar do mundo, com mais de 30 países-membros. Essas munições também contam com a garantia de qualidade Mac Jee, que cuida de toda a produção, desde a criação do projeto inicial, até a forja e carregamento dos produtos.

Outro destaque da Mac Jee na BSDA é o DAGGER, um sistema inteligente de direcionamento de munições aéreas para defesa e segurança, que consiste em um kit de orientação de munição aérea com sensores eletrônicos e extensão de alcance, desenvolvido para atingir alvos fixos e móveis.

Além desses produtos, a empresa brasileira também irá destacar o veículo Armadillo, um dos lançadores de foguetes mais leves, compactos e rápidos do mercado global. Projetado e desenvolvido para condições extremas de operação, o veículo da Mac Jee tem alto poder ofensivo e pode retrair o sistema de lançamento durante a fase não ofensiva. Contando com um módulo em sua plataforma de lançamento, mais três módulos em seu compartimento de munições, o veículo consegue lançar mais de 70 foguetes 70mm em poucos minutos.

Segundo o Chairman do Grupo Mac Jee, Simon Jeannot, a feira BSDA é uma ótima oportunidade para mostrar para o mundo o que o Brasil produz de melhor na indústria militar. “Os nossos rígidos padrões de qualidade correspondem aos exigidos por organizações internacionais militares historicamente importantes, como a OTAN (NATO). Sendo uma empresa brasileira, a Mac Jee vai fazer da sua presença na Romênia uma vitrine para o que o Brasil produz de melhor em tecnologia militar”, afirma.

Fonte: Defesa em Foco

Embraer e NAC fecham primeiro acordo de conversão de aeronaves cargueiras para até 10 E190F/E195F

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A Nordic Aviation Capital (NAC), a maior empresa de leasing de aeronaves regionais do mundo, será uma empresa de leasing de lançamento das conversões de E-Jets das versões de passageiros para cargueiro (P2F, passenger to freight, em inglês) da Embraer. A NAC fechou um acordo para ter até 10 posições de conversão, para E190F/E195F, com as primeiras entregas começando em 2024. As aeronaves para conversão virão da frota já existente de E190/E195 da NAC.

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Norman C.T. Liu, Presidente e CEO da Nordic Aviation Capital, disse que “estamos entusiasmados em trabalhar com a Embraer no desenvolvimento de uma base de operadores para os cargueiros da família de -E-Jets, pois as conversões de cargueiro são um elemento-chave de nossa estratégia para o portfólio no futuro, tendo em vista o ciclo completo de vida da aeronave.”

Para Arjan Meijer, Presidente e CEO da Embraer Aviação Comercial, “é ótimo fazer negócios com a NAC, que sempre foi uma forte apoiadora da Embraer e da aviação regional. Tendo lançado o E190F e o E195F muito recentemente, o anúncio de hoje com a NAC é um forte indicador da demanda que estamos vendo para as conversões de E-Jets.”

Johann Bordais, Presidente & CEO da Embraer Services & Suporte afirmou: “há uma demanda por frete aéreo nunca vista antes, especialmente para entregas no mesmo dia e operações descentralizadas, missões ideais para cargueiros do tamanho dos E-Jets. A solução P2F da Embraer oferece à NAC oportunidades ideais de ampliar a receita com nossos modelos anteriores de E-Jet, agora configurados para substituir as aeronaves narrowbodies de cargas mais poluentes que estão se aposentando.”

As conversões para cargueiros dos E-Jets da Embraer oferecem desempenho e economia superiores no segmento – os E-Jets cargueiros terão mais de 50% de capacidade de volume, três vezes mais o alcance que grandes turboélices de carga e custos operacionais até 30% menores do que os narrowbodies.

A conversão para cargueiro será realizada nas instalações da Embraer no Brasil e inclui: porta frontal de carga do convés principal; sistema de movimentação de carga; reforço de piso; Barreira de Carga Rígida (BCR) – Barreira 9G com porta de acesso; sistema de detecção de fumaça de carga, incluindo extintores classe “E” no compartimento de carga superior; Alterações no Sistema de Gestão do Ar (arrefecimento, pressurização, etc); remoção interior e provisões para transporte de materiais perigosos. O E190F pode lidar com uma carga útil de 23.600 lb (10.700 kg), enquanto o E195F uma carga útil de 27.100 lb (12.300 kg).

Fonte: Defesa em Foco

NUCLEP comemora 42 anos de serviços prestados ao Brasil com excelência

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A Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A. – NUCLEP foi criada com a missão estratégica de atender ao Programa Nuclear do País. Sendo a única indústria nacional com capacitação para fabricar e realizar a manutenção dos equipamentos nucleares para as Usinas de Angra e às outras previstas no Plano Decenal de Energia do Brasil. ☢️

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História

Vinculada ao Ministério de Minas e Energia, a Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A. – NUCLEP foi criada pelo Decreto 76.805, de 16 de dezembro de 1975, como uma empresa estratégica para atender ao Programa Nuclear Brasileiro sendo responsável pelo desenvolvimento e produção dos equipamentos de reposição das usinas nucleoelétricas de Angra 1 e 2, assim como todos os componentes para as futuras plantas.

Sua atuação

Em 1986, como uma das maiores indústrias de equipamentos pesados do mundo e atendendo às demandas estratégicas de Defesa da Nação, a NUCLEP produziu os cascos resistentes para os 4 submarinos convencionais da classe Tupi, tipo IKL-1400, de tecnologia alemã, já incorporados a frota da Marinha do Brasil. Foi nesse momento, através da excelência, qualidade e capacidade da NUCLEP, que o Brasil entrou para o seleto grupo dos construtores de submarinos, junto com Estados Unidos, Rússia, China, Grã-Bretanha, Alemanha e França.

Em 2005, a NUCLEP produziu, pela primeira vez na América Latina, os cascos semissubmersíveis para plataformas, para a Petrobras (P-51 e P-56), mostrando que a indústria nacional era capaz de competir com os estaleiros internacionais.

Em 2011, se firmando como parte do processo de desenvolvimento naval do Brasil, NUCLEP iniciou o processo de produção dos cascos para os quatro submarinos convencionais Classe Riachuelo, de tecnologia francesa, tipo Scorpène.

Em 2014 a NUCLEP entrega o primeiro grande equipamento nuclear para a Usina de Angra 3, o Condensador. Este, seria o primeiro dos três que serão entregues à Eletronuclear até meados de 2020.

Em 2018, a NUCLEP, em parceria com a Itaguaí Construções Navais (ICN), entrega à Marinha do Brasil o submarino Riachuelo, o primeiro dos quatro submarinos convencionais de sua Classe.

Em 2019, a NUCLEP assina com a Amazul – Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A. para confeccionar parte do protótipo do reator nuclear que está sendo desenvolvido pela Marinha do Brasil. O protótipo é um modelo do reator que vai equipar o futuro submarino com propulsão nuclear (SN-BR).

Empresa Pública com lucros recordes

A empresa virou o ano com cerca de R$ 7,2 milhões em caixa e por volta de R$ 7 milhões em restos a pagar não processados. O faturamento da empresa em 2021 foi em torno de R$ 37,8 milhões com um viés de superávit, pela primeira vez na história da empresa, cerca de R$ 105 mil.

“Mesmo com os desafios impostos pela pandemia em 2021, o resultado orçamentário deixou evidente o esforço dessa gestão e de todos por uma NUCLEP em ascensão. Todas as nossas despesas e investimentos foram executadas, conforme planejamento. Encerramos a execução junto ao Ministério de Minas e Energia ratificando a integração e sinergia de todos os setores da NUCLEP por um 2022 ainda mais bem sucedido.” destacou o Gerente Geral de Planejamento e Finanças, CMG (RM1) Genildo Rodrigues de Araújo.

Fonte: Defesa em Foco

NUCLEP recebe a visita do ex-comandante da Marinha Moura Neto

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Divulgação: Gerência Geral de Comunicação da NUCLEP

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Nesta quinta-feira (05), a NUCLEP teve o prazer de receber em seu parque fabril o Almirante de Esquadra Julio Soares de Moura Neto, antigo Comandante da Marinha, que teve a administração mais longa à frente da Força Naval, entre 2007 e 2015.

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Ele foi recepcionado pelo Diretor Administrativo, C.Alte (RM1) Oscar Moreira da Silva Filho, representando o presidente C.Alte (RM1) Carlos Henrique Seixas, e pelo Diretor Industrial, CMG (EN) Alexandre Magalhães.

O Almirante teve sua gestão marcada pela preocupação com o desenvolvimento de um Programa de Reaparelhamento compatível com o Plano Nacional Estratégico de Defesa, onde foram inseridos o PROSUB e o PROSUPER.

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Em sua visita ao parque fabril, o Almirante de Esquadra pode ver o andamento das obras do Bloco 40, seção onde fica o reator do do LABGENE, protótipo em tamanho e escala real do que será o primeiro Submarino de Propulsão Nuclear do País. A obra foi idealizada através do Programa Nuclear da Marinha, iniciado na gestão do AE Moura Neto. Durante sua visita, o Comandante também visitou outras obras realizadas pela NUCLEP para os segmentos de Óleo e Gás e Energia.

“Foi uma visita boa e eu fiquei satisfeito de ver a quantidade de serviços que estão sendo realizados por essa grande indústria. A NUCLEP é uma empresa poderosa e importante para a Marinha do Brasil e para todo País. É uma empresa estratégica, de fundamental importância para a construção dos nossos submarinos. Ela já construiu nossos Tupi, Tikuna e Riachuelo e está agora construindo o seu maior desafio que é o Álvaro Alberto, nosso primeiro Submarino com Propulsão Nuclear”, comentou o AE Julio Soares de Moura Neto.

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A visita também contou com a presença de Gerentes Gerais da Diretoria Administrativa, Industrial e Comercial da empresa.

Fonte: Defesa em Foco

Governo do Rio fará parceria com Cluster Tecnológico Naval para modelagem de complexo pesqueiro na capital fluminense

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O governo do estado fará parceria com o Cluster Tecnológico Naval para a modelagem dos negócios previstos para o futuro complexo pesqueiro que funcionará na área do antigo estaleiro Caneco, no Caju, Zona Portuária do Rio. A área foi arrematada pelo estado em leilão realizado em março deste ano. O anúncio foi feito pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, Energia e Relações Internacionais, Cássio Coelho, em visita ao local nesta semana.

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– O Rio de Janeiro é um grande mercado consumidor de pescado e tem um litoral com mais de 600 quilômetros de extensão e 25 colônias de pesca. A criação do complexo pesqueiro será o início da recuperação do setor. Irá atrair indústrias beneficiadoras, o que proporcionará melhor qualidade para o pescado comercializado no estado e gerar emprego e renda para a população fluminense – explicou o governador Cláudio Castro.

O projeto do complexo prevê um polo voltado para embarcações de recreio e esporte, um centro de formação de mão de obra para os setores náutico e pesqueiro, o ponto de convergência do projeto de recuperação ambiental Baía Reinventada, e a sede do sistema de governança do Cluster Baía de Guanabara.

– Com a implantação do complexo pesqueiro, o governo está dando um importante passo para alavancar a economia do mar. Vamos procurar também trazer para a área uma unidade da Universidade do Mar, um atracadouro para barcos de pesquisa de universidades e um shopping do mar com lojas, bares e restaurantes – disse o secretário de Desenvolvimento Econômico, Energia e Relações Internacionais, Cássio Coelho.

Depois de inspecionar o local onde será instalado o complexo pesqueiro, o secretário se reuniu, no Arsenal da Marinha, com o vice-almirante Edesio Teixeira Lima Junior, diretor-presidente da Emgepron (Empresa Gerencial de Projetos Navais) e vice-presidente do Conselho de Administração do Cluster Tecnológico Naval, e o vice-presidente da Firjan, Carlos Erani. A Emgepron é uma das quatro fundadoras do Cluster que, hoje, reúne cerca de 40 empresas voltadas para o desenvolvimento da Economia do Mar, setor que engloba também a pesca.

– Com grande satisfação vimos o comprometimento do governo do estado em estabelecer ambientes e cadeias de negócios vinculados à economia do mar e que possam, de forma estruturada, integrada e coordenada, trazer o desenvolvimento socioeconômico para o nosso estado – comentou o vice-almirante Edesio Teixeira Lima Junior.

Fonte: Governo do RJ

Fonte: Defesa em Foco